sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

ADOLESCENCIA - Mentalidade e Comportamento

Percebemos que a adolescência, na verdade, é uma invenção humana.
O conceito foi definido em 1976 para justificar e denominar um conjunto de atitudes e comportamentos que são conseqüência da falta de identidade que o pós-guerra acabou gerando.
O pós II Guerra trouxe novas tecnologias para as fábricas, que necessitavam de mão de obra mais especializada, o que exigiu dos alunos mais tempo nas escolas. Na sociedade anterior, agrária ou de manufatura, os filhos conviviam com os pais, aprendiam o ofício da família com eles, os quais, por sua vez, os influenciavam na formação dos valores e na incorporação das responsabilidades.
Aos 14 e 15 anos, os filhos já tinham condições de assumir os negócios ou de ampliar e até de montar seu próprio negócio.
Era natural ser responsável e ir se transformando em adulto.
Não havia crise de identidade, pois o modelo paterno e familiar era algo que se passava naturalmente através da convivência.
A sociedade capitalista industrial tirou o pai e a mãe de casa, os filhos ficaram mais tempo na escola convivendo com os iguais, numa grande massa sem referências de adultos.
Não é sem razão que "perderam" a identidade, o adolescente é alguém em busca da própria identidade, sabendo que não é mais criança, pois a puberdade atesta; considera-se adulto, mas não quer assumir responsabilidades.
Não há adultos por perto que os ajudem a desenvolver um caráter maduro e escolhas responsáveis.
Hoje, já se considera que a adolescência não termina aos 19 anos, mas se prolonga até os 24, 25 anos (universitários), e há adolescentes de 30, 40, 50 anos.
Na verdade, a existência da adolescência foi intencional, promovido pelo inimigo que está por trás do sistema, cujo objetivo é a destruição da família.
Diante de tantas "aberrações famíliares", já é pronunciado que a família é uma instituição falida.
Mas não é esta a opinião de Deus.
“Deus restaurará o coração dos pais aos filhos e dos filhos aos pais" (ML 4:6).

Pense nisso,

Pr. Humberto Freire

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